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Actividade económica cresce em 0,12% no I Trimestre de 2021

inejunho2021A actividade económica, medida pelo produto interno bruto (PIB), registou um crescimento de 0,12%, após três trimestres consecutivos de decréscimo. Este crescimento deveu-se, essencialmente, ao desempenho positivo da agricultura em 4,84%. Os restantes sectores, com peso considerável na actividade económica, registaram um desempenho negativo, com destaque para a indústria extractiva (-18,02), hotelaria e restauração (-15,13%), transportes e comunicações (-9,64%) e construção (-8,41%).

Entretanto, segundo o boletim do INE os resultados dos Índices das Actividades Económicas do mês de Março de 2021 registaram, uma recuperação ao alcançar uma variação positiva do volume de negócios em 1,9%, das remunerações em 1,3% e do emprego em 0,5% quando comparados com os do mês anterior.

Segundo a fonte, o crescimento ligeiro do volume de negócios foi influenciado pela variação positiva verificada nos sectores de Alojamento, Restauração e similares, dos Transportes e Armazenagem, da Produção Industrial, da Electricidade e do Comércio com 17,4%, 15,5%, 6,5%, 5,5% e 2,0% respectivamente.

O sector de Outros Serviços não Financeiros, foi o único dos inquiridos que teve um decréscimo de 12,0% na facturação do mês em análise.

O índice do emprego no mês de Março de 2021 foi resultado da variação positiva dos sectores da Indústria, e de Outros Serviços não Financeiros com 4,6% e 0,1% respectivamente.

Os sectores de Alojamento, Restauração e Similares, do Comércio e de Transportes e Armazenagem, registaram um decréscimento de 1,0%, 0,4% e 0,2% respectivamente.

A variação do índice de remunerações, no mês de Março, resultou dos ligeiros aumentos nos sectores da Indústria, de Transportes e Armazenagem, de Outros Serviços não Financeiros, bem como de Alojamento e Restauração com 2,7%, 1,7%, 1,2% e 0,2% respectivamente.

Em contrapartida o sector do Comércio, apresentou variação negativa de 1,0% de remunerações no mesmo período.

Comparando os índices globais do mês de Março de 2021, com os do período homólogo de 2020, verifica-se um crescimento do índice do volume de negócios em 20,5%, enquanto que os índices de emprego e de remunerações registaram decréscimos de 4,9% e 9,1% respectivamente.

Segundo o BM: Prevalece a Conjuntura Económica e Perspectivas de Inflação de Maio 2021

bmedificio2020O Banco de Moçambique (BM) manteve, em Maio último, as perspectivas de recuperação da economia global em face dos progressos nos programas de vacinação contra a COVID-19 e o efeito das medidas de estímulo fiscais, sobretudo nos países avançados. Por outro lado, desde o último encontro do Comité da Política Monetária (CPMO), a inflação continuou a acelerar na maior parte das economias, perante uma procura externa em recuperação e com reflexo no aumento dos preços das principais mercadorias.

Esta informação está contida no Relatório de Conjuntura Económica e Perspectivas de Inflação (CEPI) do BM que é um veículo adicional à comunicação das decisões do CPMO.

Segundo o documento, prevalece o optimismo quanto à retoma do crescimento económico global.

O BM referenciou que o Fundo Monetário Internacional (FMI), actualizou, na edição de Abril do World Economic Outlook (WEO), as perspectivas de crescimento da economia mundial para 6,0% em 2021, contra a cifra de 5,5% avançada em Janeiro de 2021 (Tabela 1-1 e Gráfico 1-1). Esta revisão decorre do avanço no programa de vacinações a nível global e dos pacotes adicionais de estímulo à economia nos Estados Unidos da América (EUA).

Entretanto, o FMI alerta para a heterogeneidade na recuperação, com tendência de desempenho menos expressivo em países dependentes do turismo e naqueles com acesso limitado às vacinas contra a COVID19.

A inflação anual nos principais parceiros comerciais de Moçambique mantém a tendência para aumento.

Nas economias avançadas, verificou-se, em Abril, uma aceleração da inflação anual a traduzir o efeito base, num contexto de aumento do custo dos combustíveis líquidos e de energia eléctrica, em linha com a reabertura gradual das economias.

Autoridade Bancária da União Europeia efectua exercício de transparência 2021

bceuropeuA Autoridade Bancária Europeia, também conhecida pela sigla inglesa EBA (European Banking Authority) anunciou que o exercício anual de transparência em toda a União Europeia para 2021 realizar-se-á no segundo semestre do ano em curso e as informações sobre as exposições dos bancos e a qualidade dos ativos durante a crise serão divulgadas aos participantes do mercado.

O exercício cujo lançamento está previsto para mês de Setembro, cobrirá os valores do segundo semestre de 2020 e do primeiro semestre de 2021 e os resultados deverão ser publicados no início de Dezembro, juntamente com o Relatório de Avaliação de Risco da EBA.

Exercício de transparência da EBA é uma publicação regular de informação detalhada sobre os bancos europeus

Banco de Moçambique mantém a Taxa de Juro de Política Monetária mantém-se em 13,25%

metical262018O Comité de Política Monetária (CPMO) do Banco de Moçambique (BM) decidiu manter a taxa de juro de política monetária, taxa MIMO, em 13,25%. A decisão é fundamentada pelo agravamento dos riscos e incertezas, não obstante a revisão em baixa das perspectivas de inflação no curto e médio prazo, a reflectir, sobretudo, a recente apreciação do Metical.

O CPMO decidiu, igualmente, manter as taxas de juro da Facilidade Permanente de Depósito (FPD) em 10,25% e da Facilidade Permanente de Cedência (FPC) em 16,25%, bem como os coeficientes de Reservas Obrigatórias (RO) para os passivos em moeda nacional e em moeda estrangeira em 11,50% e 34,50%, respectivamente.

Num comunicado de imprensa, o BM disse que os riscos e incertezas associados às projecções de inflação agravaram-se. A nível doméstico, destaca-se a intensificação da instabilidade militar na zona norte do país, com impacto na pressão fiscal e na suspensão do projecto Mozambique LNG, para além da maior volatilidade da taxa de câmbio. Esta volatilidade decorre das elevadas incertezas e das assimetrias existentes no processo de formação de expectativas dos operadores no mercado cambial. Na conjuntura externa, realça-se uma maior flutuação dos preços dos activos financeiros e das mercadorias, e o surgimento de novas variantes do coronavírus.

As perspectivas de inflação foram revistas em baixa, apesar do agravamento dos riscos. A inflação anual desacelerou para 5,19% em Abril, após 5,76% em Março, a reflectir a recente apreciação do Metical e a dissipação do impacto das intempéries que assolaram o país no princípio do ano. Por seu turno, a inflação subjacente, que exclui os preços dos bens e serviços administrados e das frutas e vegetais, desacelerou, em linha com o esperado. Para o curto e médio prazo, prevê-se uma menor aceleração da inflação, explicada, maioritariamente, pela dinâmica recente da taxa de câmbio, num contexto de fraca actividade económica.

Prevê-se uma recuperação mais lenta da economia em 2021. Esta perspectiva é sustentada pela fraca procura interna, conjugada com a suspensão do projecto de exploração do gás pela Total, não obstante a previsão de retoma gradual da procura externa e da tendência para a contenção da propagação da COVID-19. Assim, perante o limitado espaço da política monetária e do Orçamento do Estado, mantém-se a pertinência do aprofundamento de reformas estruturantes na economia, com vista ao fortalecimento das instituições, melhoria do ambiente de negócios, atracção de investimentos e criação de emprego.

A dívida pública interna mantém-se elevada. Desde finais de Março, a dívida pública interna, excluindo os contratos de mútuo e de locação e as responsabilidades em mora, aumentou ligeiramente em 310 milhões para 205,5 mil milhões de meticais.

As reservas internacionais mantêm-se em níveis confortáveis. As reservas internacionais brutas situam-se em USD 3.987 milhões, montante suficiente para cobrir mais de 6 meses de importações de bens e serviços.

O CPMO continuará a monitorar a envolvente macroeconómica doméstica e internacional, bem assim os riscos prevalecentes, e não hesitará em tomar medidas correctivas necessárias antes da próxima reunião ordinária agendada para o dia 21 de Julho de 2021.

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